Esse é o espaço onde a melancolia será transformada em saudades e alegria! Sabe aquelas situaçoes das quais a gente nunca esquece do nosso tempo de estudante desde o ginásio até o colegial!? Pois é, esse espaço é para que elas sejam divulgadas e revividas… São lembranças que podem fazer rir ou chorar, mas que sem dúvida sempre irão nos emocionar! Saudades …

Foram 12 anos no período onde a escola já era a ETWB. Como pode alguém simplesmente virar as costas pra isso!? Foi lá que me formei como cidadã também! Foi lá meu primeiro namoradinho, minhas primeiras frases completas, meus primeiros sonhos e minhas primeiras decepçoes. A figura mais marcante pra mim são a Marly (conhecida como “Marly Marlow”) e a professora Fátima do primário. A Marly me persiguiu desde o começo…kkkk… Adorava chamar minha atenção pelo meu batom vermelho e por que eu sempre andava com a blusa pra fora da calça! Quando sai do primário, pensei: “Agora me livro dela!”. Sonho… não é que naquele ano mandaram ela pra cuidar do ginásio! E depois foi igualzinho no Técnico… Mas foi nesse ponto que comecei a adorá-la, talvez porque eu ja conseguia compreendê-la e saber que sempre quiz meu bem… Já a dona Fátima é a figura da qual me lembro sempre com doçura… Pra se ter uma idéia me lembro no colo dela!!!! É engraçado, mas às vezes sinto como se ela estivesse sempre comigo, sempre me dando abrigo… Saudades de todas, mas essas duas estao na poli!!!
Fiz o curso Técnico de Química nos anos 70,71 e 72. Fui da primeira turma de mulhers do curso técnico e adorava Química Orgânica graças ao professor Lassak. Lembro-me de que nas aulas de Laboratório que ele nos dava, no 2ºano, era um barato quando ele levava o filho; que na época devia ter uns 4 ou 5 anos, junto conosco para o laboratório, vestido com jaleco branco, dizendo que o menino sabia mais de química, do que nós todos juntos….era o máximo! Jamais vou esquecer das suas aulas….Ele gostava do que fazia e fazia com que nós gostássemos cada vez mais de Orgânica e dele….Professor Lassak, um beijo.
Olá tudo bem? Vc é do meu tempo. Nesta época eu cursava mecânica. Saí em 1972 para fazer estágio na GM.
Na época eu namorava com uma pessoa que deve ter sido sua colega de turma, Deborah.
Mande mais notícias
Bjs
Ferreira
Olá José Roberto,
Me lembro de você e da Deborah, que era da minha turma.
Esse blog da ETA, têm feito com que muitos de nós nos reencontremos!
Em Março/2008 houve um enontro na ETA, e muitos ex alunos estiveram lá. Reencontrei muitos ex colegas mas, não deu pra matar toda saudade de tantos anos.
Não tenho contato com a Deborah, mas algumas meninas da época, acredito terem alguma notícia dela.
Mande notícias também.
Bj,
Cris
Anos Incríveis
Olá ! Entrei em 70 no curso de admissão e fiquei até 78 no Técnico. Minha turma: Afonso de Campos Pinto(Orelha, Marciano),Alberto Buttler Ribeiro, Aldo Avilez,Alvaro Dertinati Nogueira, Antonio Carlos Martins (Careca),Cândido Soriano Jr,Carlos Borges Franco Jr(Saúva),Carlos Eduardo Gonzalez(Bolinha-branco), Dráuzio, Daniel Stela Roig, Douglas Renê(Pinico),Francisco Castilho Filho,Guilherme Pitta Marinho, Jaime Mendes, José Guilherme Saturno, José Roberto Aliprandi, José Hamilton Alves da Rocha, Jairo (go way)Herman Sigfrid Lenker(hoje no céu), Ivan Rosa e Silva, Laércio, Luiz Basílio (Babá)eu Marcos Serralheiro, o grande Maruí Ferrari(no céu), Nelson Breanza(criador da maioria dos apelidos, mas e’ minha a honra de apelidar aquela sobremeza que ficou famosa como “porra-de-gato”,rsss), Paulo Sadao, Pedro Luiz Boaro, René Romberg Martins,Roque Aparecido dos Prazeres(Bolinha), Rui Furriel de Freitas (Cabeção), Sidney Tadeu Paiva (Mussum)Vitor Gonçalo Seravalli,Waldemir dos Santos, Waldir Antonio Dominguez (no céu)Ubiratan Ramos , a Joyce, e a Vera no curso de pintura do seu Segundo, Rubia (ah… a Rubia, rsss), e tantos outros (perdoem-me se não lembrei de todos )
Prá quem não sabia, fui eu quem criou o “I Festival de Música” onde me apresentei no final com meu grupo o “Ataxia” .
A idéia era eu entrar em cena descendo lentamente da tabela de basket ao palco, usando umaparato qualquer, mas o dr. Ubirajara nao permitiu. Mesmo assim dei um jeito de fazer outro tipo de entrada teatral e de impacto, porém o guitarrista Ivan(nao era aluno)roubou a cena. Simplesmente nao tocou, ficou afinando a guitarra no palco e eu que havia feito uma entrada triunfal, fiquei parado esperando quase meia hora ele começar a tocar. Um verdadeiro fiasco!
Também fui eu quem bateu o record de participações nas montagens teatrais , nas aulas do prof. Reneé. Bons tempos !
Estudei arte com o professor Segundo e nunca parei. Minha vida toda tenho feito arte, rsss
estejam á vontade para visitar meu site, onde poderao ver alguns dos meus trabalhos.
Abraço a todos
Marcos , boa tarde.
Meu nome é Wagner Flaig e estudei no mesmo período que vc.Lembor-me de quase todos , o Careca está no Banco Itaú.Furriel é mestre cervejeiro ( creio) , vc têm notícia do pessoal ??? Valdir Fuskini , Gerodo , Nelson Teixiera , etc ….. abraço a todos
Meu nome e Rosangela e estudei com sua irma Ingrid,nossa foi uma viagem ao passado qdo ela regia o hino nacional na quadra.Nessa epoca vc provalvelmente ja estava no ultimo ano e la estudavam tbem seu irmao Werner.Nossa q tempo bom era aquele,lembranca a tds
Flaig,esse Rui Furriel é primo do Luiz Furriel[o primeiro Furriel] que está trabalhando em Pernanbuco na Pitu,o Rui trabalha com informatica e mora em S.Bernardo.Eu sou o irmao do Luiz Furriel,o Francisco[estudei de 68 até 77] abraços .Furriel
Ola Wagner
Meu nome Dorides, sou de Recife, nao estudei nesta instituiçao mas conheci voce e sua familia hà uns 20 anos atras quando eu namorava com o seu irmao Werner. Como perdi o contato com ele e voces, gostaria de saber como voces estao. Nao esqueci a simpatia da sua familia.
Um abraço
Dorides Santos
Wagner,
Por onde anda seu irmão Werner?
O conheci na Antarctica,assim como o seu falecido Pai.
Grandes figuras !!!
abs
Roseana
Wagner,tudo bem???estudei com você no curso de química na nossa turma tinhamos Paulo,Marcelo,Ferraz,Nelson,Careca,eu sou o João Vicente bons tempos mande notícias……
Olá Marcão, estou nesse grupo também.Bons tempos .Marcos(vocal),
Cidão(baixo), João(guitarra base),Ivan “em memória”(guitarra solo) e eu Terencio (bateria).
Você lembra da confusão no festival do colégio Adelina, que era pra ter sido nossa primeira participação?
Abçs.
Terencio
O que dizer da ETWB… estarei abrindo meu coração aos únicos que entenderão o que eu senti, porque passaram exatamente pelo mesmo sentimento…entrei na Walter Belian muito pequena…e essa entidade passou a ser minha segunda casa…fui criada por ela!! Caí de para-quedas em uma turma já formada, na terceira série do primário, foi difícil a adaptação… amigos novos.. estudar o dia inteiro… mas isso me fez muito bem..Segui pelo ginásio…dando mais importância ao esporte (lembram-se dos treinos do Prof. Guilherme??? que saudades…) do que as aulas do período da tarde…sempre chegava atrasada por conta dos treinamentos…mas enfim…concluí o colégio muito bem…mas o que eu queria deixar registrado além dessa saudade expressa foi a minha decisão em seguir pela área de Química…tudo começou por que eu queria trabalhar com o meu pai na Fábrica de Essências da Antarctica…aquilo pra mim era uma fábrica de sonhos…e desde que entrei na ETWB falava que iria fazer química.. porque queria seguir os passos do meu pai, embora ele não fosse formado em química, mas isso foi entrar na minha cabeça muito tempo depois…mas era o meu motivo de orgulho quando ele com a boca cheia falava para os amigos sobre a minha vontade de me formar em Química..acho que foi esse sentimento que me fez seguir em frente e me tornar quem sou! Quando fecho os olhos e volto nas minhas lembranças, consigo sentir o cheiro da Escola…é uma lembrança muito viva e muito intensa…gostaria de agradecer a quem está organizando esse encontro de ex-alunos…era a oportunidade que me faltava para resgatar meus sonhos de menina…sonho esse que busco cada dia..hoje estou com 29 anos..formada em Química Industrial pela FOC…(extensão da ETWB!), casada e trabalhando no CDT da AmBev…embora tenham ocorridos inúmeras mudanças, acabei caindo na extensão do que foi a Fábrica de Essências em que meu pai trabalhava, sonho realizado! Embora meu pai não esteja mais comigo para comemorar essa vitória…tenho a absoluta certeza de que ele me acompanha a cada dia…e que ainda vai me ajudar a passar esse sentimento de orgulho e gratidão de ter sido tão bem preparada e educada por essa instituição de ensino para minha filha…OBRIGADA ETWB! OBRIGADA AOS AMIGOS QUE POR MAIS LONGE QUE ESTEJAM, AINDA SÃO OS MEUS AMIGOS!!! Pessoas essas que ajudaram a escrevr a minha história de vida..a história que poderei passar a minha filhota…e tomara que eu possa dar a minha pequena Heloísa a mesma oportunidade que meu pai me deu..estudar e ser filha da ETWB!!!
Alguém sabe da Maria Cecilia Figueiredo Souto ? curso de secretariado.
E quem lembra do Bacalhau(usava botinha ortopédica)e do Dunga ? Estes dois me aporrinharam muito na época, rsssss
Lembro do prof. Mathias (História e Geografia)
prof. Camargo (português)
prof. Rui (inglês)
prof. Elias e Eurípedes(matemática)
prof. Segundo Golfetti (pintura)
Müller, Baroni, Crescêncio(barbeiro que ficava com o cigarro na boca com a cinza inteira, sem bater), diretores Ubirajara e o Oswaldo Amendola, que toda 2a.-feira fazianos cantar o hino e passar em revista. Sem perceber, aprendiamos que liberdade nao e’ libertinagem.
Sempre que sinto cheiro de feijão cozinhando, lembro-me daquelas manhãs, nos idos dos anos 70, qdo éramos tão felizes e como sempre, nunca temos noção de quão felizes somos.
Quem da minha turma do ginásio, não se lembra de ir ao médico, inventando que estava doente só pra ver os meninos que ficavam em páteo separado; de ir até o muro que dava pra rua da saída do técnico, só pra receber e mandar bilhetes pros meninos do técnico; de “aprontar”alguma coisa no refeitório, pra ficar “pagando um mico” e limpando as mesas só pra ver o paquera entrando…de se esconder atrás do armário pra cabular aula; de entrar embaixo da mesa e ficar escondida pra D. Carlota não nos achar e não descermos pro lanche; de arrancar o esmalte das unhas na segunda-feira pra poder assistir aula; de enrolar a saia na cintura e arrancar aquela gravata depois de sair da escola; de comprar quebra queixo na hora da saída pedindo dinheiro emprestado(rsrsrsrs) e não devolvendo depois; de pagar o halawi com passe escolar; de só almoçar com o cabelo preso e com guardanapo de pano na mão…quanta coisa acontecia na ETA…que saudade!!!
Pude reviver um pouco dessa história no nosso encontro de sábado, dia 01/Março e ainda ter o privilégio de ter colegas muito queridos ao meu lado.
OK, vocês pediram, então vamos lá… lembram do Prof. Renê, de Português? “Dê um PÁ para nós, moço!”.
Muito bem; fiz Química, de 83 a 86, e certo dia, (creio que em 1984), estávamos tendo aula com o Prof.Freitas, e em uma das salas próximas as moças de Secretariado tinham aula com o Renê.
Uma delas quis falar algo baixinho para o professor, e de imediato ele mandou-a ir à frente da sala e dar um PÁ. Depois, mandou-a falar em alto e bom tom a todas as alunas o que ela tentara balbuciar.
Então, sem pensar duas vezes, ela encheu o peito e falou para a escola inteira ouvir: “PROFESSOR, O SEU ZÍPER ESTÁ ABERTO!!!!!!!”
Nem preciso dizer que não só a turma dela, como a nossa e outras caíram de imediato na risada, e a história rolou por muito tempo…
Porém, hoje (muitos PÁs depois), agradeço ao Renê por ensinar a impostar a voz, algo que nos dá clareza e segurança ao falar, beneficiando-nos a nível pessoal e profissional para sempre.
Alexander
Adorei essa história do Alexander. E parece que sempre na aula do professor Renê, acontecia algo que com certeza, daria uma boa história. Quando estávamos no primeiro ano de Química, tudo era novidade e todos queriam aproveitar as experiências e reagentes que tínhamos no laboratório pra “aprontar” alguma coisa. Certa vez, não se contendo, nosso colega Maurício, em plena aula de Português, foi até o laboratório e apanhou um frasco com sulfeto de amônea, que tem um cheiro bem característico de “ovo podre.”
Abriu o frasco e jogou o líquido debaixo da porta da sala de aula…depois de dez segundos, o cheiro invadiu a sala e o professor muito desesperado perguntava: Ôôô moço o que foi isso???Quem teve coragem de fazer isso na sala? Todos pra fora!! Não teve dúvida que todos caíram na risada e conseguimos naquele dia, ficar sem a aula do nosso querido professor Renê. Bons tempos!
Primeiramente estão de parabéns quem teve a iniciativa de fazer este site.
Estudei na ETA de 1966 a 1972 em Eletrotécnica.
É impossivel esquecer dos professores, Muller, Cassio, Mathias, Euripedes, Antonio Abssissa (melhor professor que já tive) Sinval,Camargo, alem do Crescencio, Genaro, Dona Herta, Dr. Bergamini e outros.
Voces podem não acreditar, mas me lembro do numero, nome completo e apelido da minha turma de 1966(1 A).Fui no encontro de 1/3 e fiquei muito emocionado em rever amigos que não via há cerca de 30 anos (é mole ???).As experiências obtidas na Escola sempre permearam a minha conduta como ser humano, profissional e pai e sou muito grato a ETA.
Li o depoimento da Maira e se eu não estou equivocado, fui eu juntamente com o seu pai Serginho e Nirlene que levamos ela para casa quando ela nasceu no Santa Helena (foi no meu carro- Caravan).
Um beijo a todos e até breve
è Jacob, descobri esse “canal” a pouco tempo e foi pena não ter participado do encontro, quem sabe no próximo.. bons tempos hein ? sai depois do ginásio e deve ter sido um bom período.
Bom saber de vc.
Abraço
O Candinha
Candinho,
Voce é o 189 ????
Jacob – 146
jacozinho, que saudades, lendos esses depoimentos me trouxe recordacoes agradaveis dos tempos do DEM/antarctica, nao sou da ETA, mas tenho muitas saudades daquela epoca, apos 10 anos voltei para Sao Paulo a passeio (moro em Florianopolis), passei em frente a Antarctica e quase tive um infarto qdo vi o estado que ficou, mas as boas lembrancas sempre ficam.
grande abraco,
makoto
Makotinho,
Que saudades, me mande seu e-mail para conversarmos um pouco.
Estou na Siemens 3908-2495
jacozinho,
atual/e tenho uma videolocadora em floripa na praia de jurere. http://www.makotovideo.com.br e makoto_video@hotmail.com
abracos
Shalom Jacob, quanto tempo, sou o engº Cláudio da IBA/PB. Lembou? A gente vai cutucando a internet e encontra uma coisa ali e acolá. É caro engenheiro detonaram nossa Antarctica, mas a vida continua. Um grnade abraço e shalom!
Jacob cohen, eu também descobri somente agora este espaço. Ver estas mensagens me levaram de volta aqueles anos bons. Eu como todos os vagabundos da epoca de manhã fazia pintura com o Segundo. Mas à tarde estavamos todos juntos, você,o Pita, o Serra, o Serginho, Danilo, o Véia, Sapão, Patola, Careca, Drauzio, Sessa, Juerson Laercio Cachorrão, e tantos outros que a idade me impede de lembrar, escutando as loucuras do Prof Euripedes, os exageros do Prof Ruy, o Prof Mathias e Camargo. Quem viveu sabe o que foi. quem puder mandar noticias antoniopintof@uol.com.br
Não me lembro muito de vc. Sou irmão do Sapão, portanto o Sapinho. Mas lembro de toda esta turma. Tempos muito bons. Saudades das oficinas, do almoço em conjunto em que cada um dos participantes da mesa tenha uma função (levar os pratos, as bandejas, talheres, limpar a mesa, etc), das partidas de bolinha de meia na quadra indo suado para as aulas da tarde, o corte de cabelo do Crescencio, as broncas do Irineu e Nelson, os campeonatos internos. Saudades eternas.
Adilson, claro que me lembro de vc. Me lembrei de mais alguns nomes daquele tempo Claudio Cioffi, Palito, Jaime, Zé Maria, Claudio Gouveia, Guerra (vivia falando de Sertãozinho) , Elcio Galinha, Ederson Graneto, Abobrinha, Costinha, Talarico, Richard, D´Arienzo. Me lembrei que faltando apenas alguns meses para a formatura do Ginásio, eu e o Paulo (Véia) derrubamos sem querer uma lata de tinta em cima do Sr Guerra e que por conta disto quase fomos expulsos. No dia da cerimônia Dr Ubirajara fez questão de entregar o nosso canudo pessoalmente. Lembrar dos jogos de bolinha de meia depois do almoço também foi legal. O Irineu entõ olhava para um lado e falava para o outro ( o pobre era muito estrábico). Saudades.
CARO JACOB..VC POR ACASO MOROU NA MOOCA……NA RUA CORONEL CINTRA PARA SER MAIS EXATO………EU TAMBEM ESTUDEI NA ANTARTICA NESTA EPOCA E REALMENTE FOI UMA ESCOLA DE GRANDE FORMAÇÃO TECNICA.SE FOR VC O ENGENHEIRO JACOB COHEN..ME MANDE NOTICIAS SUAS E COMO FAZER CONTATO…….UM ABRAÇØ.ANTONIO CELSO COLLARO……
acollaro@espm.br
Gente, relembrar de todas estas histórias que vivi nesta escola foi simplesmente o melhor que me aconteceu hoje. Realmente o período que vivemos nesta escola marcou uma geração e posso ver pelos relatos o quanto é importante termos uma base sólida como foi a nossa. Espero que possamos dar aos nossos filhos tudo que recebemos e com certeza fazer a diferença em uma pais e geração sem nenhum valor moral e ético. Vejo hoje como era bom alguém que me ensinasse a respeitar as leis a pátria e ao próximo.
José Tadeu,
Vove era o numero 162 da primeira série B de 1966 ???
Lembra-se de mim ??
Jacob Cohen -146
Entrar na Escola dia 01/Março foi um acontecimento marcante. Rever minhas salas de aula então, foi um momento de muitas recordações e emoção! Estar com colegas queridos e especiais foi melhor ainda! Ver nosso álbum de fotografias da nossa formatura e a Escola, que apesar de muito diferente, nos trouxe muitas lembranças daquele tempo, onde passamos grande parte das nossas vidas, foi emocionante e quem esteve lá, deve ter sentido o mesmo!
Muito bom , faz tempo que estava procurando um site dos alunos da ETA e ETWB , eu estudei com o Marcos Serra , na verdade Marco Antonio Serralheiro , não é ? Marcos voce não se apresentgou de Alice Cooper ?
Eu fiz o Preparatório , o Ginasio e o Tecnico em Mecanica até final de 79 .
O ginasio foi inesquecível e as cabuladas de aula tambem …
Tambem participei de uma peça , a Ditadora com a Reinaldo Gama ( Carioca ) que virou escritor .
Ah, o Hamiton que voce menciona é o “Comandante Hamilton” da TV . Quem não se lembra dos campeonatos de futebol de salão na quadra ? Bom o almoço com aquele copo de inox é inesquecivel . Um abraço ,
Daniel
Que legal te encontrar aqui Daniel. Vc tava sumido. Estudamos juntos do preparatório até completar o ginásio.
Eu chegava bem cedo e vc também. Vc sentava no banco em frente à barbearia do Crescêncio e a gente ficava lá vendo a revista Placar que vc trazia. Lembro quando fui na sua casa na Vila Monumento pra jogar futebol de botão.
Eu me apresentei de Alice Cooper na minha casa, mas na Escola não lembro disso não. Como foi ? O que lembro é que fui ver o show dele no Anhembi e na semana seguinte eu apareci na foto da revista Veja, mas só parte da minha pestana, rsss
Tenho Orkut como Marcos Serra
Bom, a ETWB fez e sempre fará parte de minha vida. Foi lá quem encontrei amigos, professores maravilhosos e em especial um, que já já eu conto.
Entrei na quinta-série, no ano de 1994 e saí de lá em 2000 formada em secretariado. Agradeço imensamente estes sete anos de convivência e aprendizado, amizade; além do mais, no último ano de colégio, tive aula com um dos melhores professores: O Freitas. Para muitos ele é muito rígido, exigente, mas é o jeito dele, e para quem não o conhece com eu o conheço, não devem fazer nenhum tipo de julgamento. Afinal, o Freitas está na ETWB há mais de 30 anos, imaginem, quantos alunos se formaram e que conheceram o Freitas? O Freitas já lecionou para filhos de seus ex-alunos.
Parabenizo o Freitas por ser o exemplo de professor, por estar nesta caminhada pela educação.
E mais: agradeço a cada dia por conviver com o Freitas.
Pai, obrigada por tudo.
Sabe quando vc está no aeroporto, voo fora do horário para variar e sem ter oque fazer bate uma saudade daqueles dias em que prioridade era apenas estudar e ir pra escola…
Pois é, lembrei de um grande amigo da época do técnico (Turma de Eletro) e fiz uma pesquisa no google. Lá estava esse site..que surpresa maravilhosa…um site da ETWB. Há! o nome do amigo..Alberto Buttler Ribeiro. Durante quantos anos lembrei sempre e me mirei na competência e entusiasmo desse cara…sem contar o Afonso.
Hoje, sou profissional da PETROBRAS, completei em abril deste ano 25 anos. Filhos, netos ainda não e alguns amigos que infelizmente até já passaram desta pra outra. Um grande abraço a todos que conheci, e um outro especial a todos que estudaram nessa maravilhosa escola.
Sobral,
Estudei com o seu irmão e a muito tempo não falo com ele. Se puder me mandar um contato dele ficaria agradecido.
Abraço
Tadeu
ta deu sou o tonho acho q estudamos juntos.entra no orkult comunidade etwbq vc me acha la abraços
Tonho, fala ae, estudamos juntos, sou o Adriano, cara muito bacana reencontrar a galera. Voce tem contato de mais alguém…
Estudei na ETA de 1962 a 1968, bons tempos amigos aos montes, alguns hoje no céu como o saudoso Moacir Nery um grande amigo…, Casimiro Puodisiunas… outro bom amigo; e Antonio Merino Romera esse grande cara que faz falta com sua amizade e companheirismo.
Lembro-me de todas as festas, os bailes pró formatura, com o Sr. Amendola proibindo que fosse realizado o grande baile de formatura, mas conseguimos em 1965 e 1968, o primeiro com ajuda do pessoal do técnico, Lévio, Calé, Rodamés grandes caras. O segundo de 1968 mais difícil, outros tempos mais diretores e a proibição do baile final, mas a figura de um Pai de aluna do Ginasio Sr. Romeu Aquino, encampou a ideia e nos auxiliou responsabilizando-se por tudo e ficou o grande amigo da turma de 68 que para completar teve como paraninfo o Professor Nicolau Barone Grande figura e grande educador que juntamente com os Professores Walter Groche e Nestor L. Carvalho formaram grandes técnicos na ETA/ETWB.
Gostaria de ter noticias do Pessoal da época Carrara, Wagner, Dias, Mauro, Minhoto time da turma do 4 ano do ginásio de 65 (Imbatível) e outros Gilberto Canhadas, Emilio, Mantovani, Wilson Molinari, Roberto Manzoni (Magrão do Silvio Santos), Marlene G. Martins, Neusa Cainé, Eliana Alvarenga, Anete e Ligia Senatro, Magda e Sonia Anicceli, Zuleika ( filha do Sr. Romeu e Dna Dinorah a quem devemos o baile de 68), João Rebizzi, Osmar Rebizzi, Edson Salvador Leite, Antonio Carlos Ribeiro Leite, Edna Leite, Sergio Rosconi, Valdecir Nunes, Hélio Rubens Galvão, Jonhn Nemeth Neto, Márcio Engelmann e tantos outros que me fogem a lembrança mas se conhecerem os citados manifestem-se mandem noticias vamos montar um encontro, lembrando a turma de 68 que este ano são 40 anos que tal fazermos uma reunião fica aqui a idéia.
Ademir Guerretta
Querido Ademir, sou a Suely da turma de 1968, casei-me com seu amigo Antonio Merino, éramos bem jovens. Fiquei emocionada ao ler os depoimentos, principalmente o seu. Infelizmente o nosso amigo Merino faleceu em 1999, tivemos dois filhos e hj vivo só.Me procure no orkut, teremosmuito a falar, vc lembra do Claudio Maia?Pois é, ainda mantemos a nossa velha e boa amizade.
Com carinho Suely
Prezada Suely:
Eu e o Merino éramos grandes amigos, morávamos na Rua Coronel Cintra, na Mooca. Um belo dia ela me convidou para entregar uns folhetos para o Prof. Constantino que tinha uma escolinha na Rua Conselheiro João Alfredo, para ganhar un trocados. Esse professor nos preparou para o exame de admissão na ETA. Eu e o Merino fizemos os exames juntos e juntos fomos verificar os resultados e fomos admitidos na escola. Conheci o Manolo, a Carmen e outra irmã que não lembro o nome, bem como os pais do Merino. Depois, por bobagem perdemos a nossa amizade. Pena que ele se foi. Um grande abraço. Gilberto
Prezado Ademir:
Fiquei muito emocionado quando, sem esperar, entrei no site da ETA e vi sua mensagem. Muitas lembranças vieram e lembro-me de ter ido à sua casa para jogar botões. Lembra do Gomes estudava na serralheria com o Prof. Walter: é casado com uma prima que foi minha madrinha no baile de formatura.
Aguardo s/contato. Um grande abraço. Gilberto
Grande Gilberto
Meu mano, grande saudades da época de ETA.
Quando sai da ETA fui para a Antarctica onde trabalhei por 32 anos na Divisão de Engenharia Nacional na área de hidraulica onde fiquei até sair na venda da empresa para a Brahma uma grande imbecilidade que com certeza fez Dr. Belian e Dna. Erna nossos tios/pais darem varias voltas no tumulo
além de aposentado hoje trabalho na Cervejaria Petrópolis ( Itaipava, Crystal e Petra são nossas Cervejas)na área industrial corporativa trabalho com os Recursos Hídricos de quatro Fábricas (Boituva-SP; Petrópolis-RJ; Teresópolis-RJ e Rondonópolis-MT.
Meu contato é aguerretta@terra.com.br
Um grande Abraço
Ademir Guerretta
ADEMIR VOCE LEBROU MUITO BEM MAS MEU NOME É RADAMÉS MAS TUDO BEM POIS SOU COMO lÉVIDO DA TURMA 66
MADE NOTICIAS E VAMOS TENTAR UM ENCONTRO DOS AMIGOS DA ETA
Sobral, realmente foram tempos maravilhos, lembro muito do Butler, do Afonso que sempre foi um cranio, lembra quando eu voce o butler e o Afonso a pedido do prof. Muller faziamos instalções de luminarias no refeitorio que tinha sido reformado, e o Butler deixou cair o protetor da lampada e caiu em meu rosto, tenho comigo esta pequena cicatriz que me traz toda esta nossa passagem pela ETA.
Grande abraço.
Ademir Guerreta, nobre colega ginasiano, o que tu tá fazendo mano véio.
Me dê mais noticias, você tem contato com os abaixo relatados
Roberto Gilardino.
Sergio Longo (Jacú)
Magrão
Gerson
Felipe
Joãozinho
Carrara
Walter Júlio
Todos do Colégio..
Forte Abraço
Olá Márcio e ai como vão as coisas tenho pouco contato com os amigos da época constante com o João Carlos Teixeira de Gouveia, quanto a Walter Julio eMagrão (Luis Carlos Fidalgo) perdi o contato mas vou retomar e lhe envio.
Vc pergunta o que estou fazendo, além de aposentado trabalho na Cervejaria Petrópolis na área industrial corporativa trabalha com os Recursos Hídricos de quatro Fábricas (Boituva-SP; Petrópolis-RJ; Teresópolis-RJ e Rondonópolis-MT.
Mande notícias e outros colegas da época que aqui entrarem não se esqueçam de nos procurar.
Um Abraço a todos.
Ademir C. Guerretta
Turmas Ginásio 1965 e Colégio Técnico 1968
Acho que tenho a foto de formatura de 1965, vou procurar e manda-lá a todos por este Blog.
Ademir, fiquei muito contente em te achar aqui, eu também sou uma grande amiga da Cainé, e pelo que percebi você lembra de todos de nossa turma, se você ainda tem as fotos da época gostaria de ter mais notícias.Um abraço Nilva
Olá Nilva, realmente me lembro de vc, achando as fotos vou mandar, de qualquer forma se vc tiver orkut, da pra achar a Neusa Cainé e vcs matarem a saudades.
Um Abraço
Ademir Guerretta
ademir, que saudades, nao estudei na ETA, mas trabalhamos junto na DEM, lembra de mim?
abracos
Ademir,Você esta bem aposentado, na área nobre “cerveja”.
Hoje estamos com uma fabrica de Sacolas ecológicas no interior de São Paulo.
Tenho contato com o Johann Nemeth Neto os demais “alguns”, colegas contatei algumas vezes mas já faz muito tempo.
Forte abraço
Marcio Enfgelmann
ETA 1962/1970
Olá Marcio ,talvez vc não se lembre de mim,me formei em 1969(ginásio).Mandei um email pra Maira e gostaria que você olhasse,peça pra ela te enviar.Assim vc saberá do que se trata.
Grata.Abraços .de uma tal Roseli
Ademir!!! Por acaso vc é o foguinho?
Não Roseli o foguinho éra da minha turma
Um Abraço
Maira, boa tarde quiridinha, a Roseli lhe enviou um email, se puder me envie.
Grande beijo
Marcio
Roseli,
será que o Foguinho que vc está se referindo não seria o Walmir Person ?????
Jacob ,
não sei o nome do foguinho,ele era de turma muito antes ada minha
Ademirrrrrrrr,já sei quem é vc!!!!
vc é o galinhaaaaaaaa???????
Roseli, voce me fez dar boas risadas, como foi que voce lembrou esse apelido tão interessante? Por acaso você é da turma da Marcia e Marilena Garcia?
um abraço Nilva.
Marcio,gostou de encontrar a veiarada(rssss)?
Roseli não sei se ele gostou, mas aqui está mais uma rs. Saudadesssss
Uma notícia triste. Faleceu em Novembro passado, uma nossa ex-menina. Eliana Marson Alvarenga.
Ela foi da turma do ginásio de 65 a 68.
Foi Eliana quem criou a Comunidade da Escola Técnica Antarctica no orkut. Graças a essa Comunidade, eu e muitos outros ex alunos estamos nos reencontrando!
Valeu Eliana! Siga em paz.
É realmente esta noticia foi muito triste. Deus sabe.
Conforto a Familia e que ela descanse em Paz.
Muito triste. É realmente uma pena
Oi Cris!!! Voce lembrou tudinho…ETA tempinho bom, poder ir ao ambulatório inventando uma dor de estomago só para poder ver os meninos rsrsrs….o triste era ter que tomar meio copo de papaverina…BIÉCO..que sacrifício.kkkkk
Uma pena mesmo perdermos a Eliana.
Ela foi quem nos aproximou através da comunidade do orkut.
ELIANA DESCANSE EM PAZ.
Peço informações de ANA CAROLINE BRAZOLINE NALINE ex aluna aquem devo agradeçer por tudo que fez no passado de bom para minha pessoa ser o que e hoje.
Peço informações de ANA CAROLINE BRAZOLINE NALINE ex aluna aquem devo agradeçer por tudo que fez no passado de bom para minha pessoa ser o que e hoje.Meu email (mridas@ibest.com.br
ETWB, 1976 e 1977 ( 7ª e 8ª séries) 1978 (3° colegial curso de Quimica)
Não lembro o nome de quase ninguem … Lembro de alguns: Nilton Cesar de Andrade, Erasmo, Ricardo quatro olho, Vicente, Werner Flaig, Jorge (jogava um bolão, esquerdinha),
Sandra Helena Alberto, Cinthia (fizemos “Desenho”, com professor Segundo, juntos.
Fiquei amigo do Leão Gerodo e do Ruy Fontes (Eletrotécnica)
Tinha o César ramelento…
Muito bons tempos, muita saudade
mario lembro de voce muito bem com suas sardinhas,
demos muita risadas nas aula do prof. Segundo lembro até que vc namorou a sandrinha sobrinha da D lourdes , tenho até uma foto sua daquele tempo.
com muita saudades
Fala meu amigo!!! Nossa, sem querer descobri esse site, muito legal poder contar com algo assim. E aí, também lembro sempre de vc, andei no orkut procurando pessoas do nosso tempo de ETWB, mas nada. Que anda fazendo da vida, por onde anda. E sua irmã, como está. Ainda tá na Vila Califórnia? Bons tempos mesmo aqueles. Por favor, se ler essa mensagem, me responde no andrade. niltonc@uol.com.br, pra gente se falar. Um grande abraço. Nilton
O Nirtinho me enviou um email informando sobre o site…
Grata surpresa…
Tenho muitas saudades daqueles tempos…
Éramos uma turma boa… Nilton, Cássio (Élcio Cássio Sant’Anna), Eu, Téo, Ricardo, Pedro Spaolonzo, Sérgio (galinha)….
Os irmãos René e Leão Gerodo… o Raimundo… Vicente… e tantos outros…
O tempo passa e a lembrança fica… apesar da perda de neurônios nos pregar peças… hehehe
Acredito hoje que devo muito de minha formação moral e profissional, devido à oportunidade de ter freqüentado uma escola com tantas oportunidades de aprendizado e educação.
Um diferencial era a conduta que tínhamos e a supervisão…
Lembro-me muito bem do Sr. Ubirajara Ramos dizendo: Tira a mão do bolso… kkkkkkkkkk
Vi os depoimentos do Marcos Serra … lembro-me muito bem dele naquela época… um cara despojado… com alma para o palco…
Muitas lembranças … muitos sentimentos… muitas saudades…
Eu era da Eletrotécnia… com o Sr. Cássio (Pingüim esquerdo do logo da Antárctica) e o Sr. Müller (vc já comeu uma tainha?)…
Mas o Prof. Segundo era uma pessoa muito boa.. legal mesmo… o Sr. José da marcenaria… o Sr. Mauro e o Sr. Irineu…
Agora, um capítulo a parte era o Sr. Mathias…
… na cidade de Tebas tinha um cara muito legal… era o começo de uma musiquinha que a gente cantava… dizendo que o Sr. Mathias só poderia conhecer história daquela forma por tê-la vivido … hehehe
Eu gostava muito dele… trocávamos selos… as vezes ele me dava alguns….
Não me esqueço do Prof. Ralph Nardi.. de desenho técnico… tenho uma perspectiva espacial muito boa graças a ele… as perspectivas a mão livre e tudo mais…
O Nirtinho nunca gostou muito de desenho.. era CDF por natureza, mas desenho… naaaaaaada… kkkkkk
E o Prof. Barone da mecânica… bonachão… fazia cara de bravo para não se aproveitarem dele… mas era muito boa pessoa …
Meu primeiro contato com lógica foi numa feira de ciências, onde fizemos um jogo da velha usando os bastidores da oficina de eletro… eu nem sabia.. quando comecei a fazer meu curso de programação COBOL ( eu tinha cabelo ainda… kkkk), descobri que utilizei lógica binária quando bolei o circuito daquele joguinho de crianças….
Lembrei do Mário (não o do armário!) que se parecia com o Shewbaka do Star Wars… estávamos no mesmo grupo nessa feira de ciências….
Bom… não posso deixar de falar do Prof. Frassatti… grande camarada e amigo de todos…
Tinha o Prof. Akira.. só lembro da risada, pois ele estava sempre com aquele grande sorriso na cara…
O Prof. Negrão com sua cabeleira ruiva… cabeleira, pois ele deixava o cabelo crescer e joga sobre uma imeeeensa careca para escondê-la…
O Prof. Hélio de matemática… show de bola… gente fina… o Prof. Rene de Português.. grande peça…. a Prof. Maximina de literatura… sempre focada…
O Prof. Oswaldo de ciências… bom.. nem precisa falar nada… peça rara … kkkkkkkk
E tinha o Prof. Sinval… nunca me esqueci daquela fera mal humorada… com seu Maverick laranja… ficamos de recuperação… eu e o Cássio… perdemos as férias e uma festa de casamento maravilhosa para estudar física…
Bom, pelo menos tirei 10…
Desabafei e fiz uma coisa que queria fazer há tempos… relembrar… muito bom e revigorante…
De qualquer forma deixei de falar de muita coisa ainda…
Espero que alguém leia isso e aproveite alguma coisa…
Caríssimos… tudo de bom….
Olá Pessoal tudo bem?Sou a Simone filha da Emilia da Limpeza.Estou morando agora na Paraíba na cidade de Soledade.Gostaria que adicionassem no email porque vou colocar as fotos do tempo da ETWB, fotos de formatura da 8ª série e também fotos do curso de secretariado que foi quando me formei.Estudei na ETWB no período de 1983 a 1998 foram 15 anos de muitas amizades.Favor entre em contato comigo para está enviando as fotos…obrigado grande beijo
Ola! Simone sou Rosangela Estudei na ETWB em 93 na 5º Série e 94 na 6º Série, será que nós nos conhecemos?
ETA, ETWB, NOSSA QUANTA SAUDADES, ESTUDEI NOS ANOS 70 E SEM DÚVIDA OS MELHORES DE MINHA VIDA. COM MUITOS DAQUI MANTENHO CONTATO ATÉ HOJE OUTROS NÃO VEJO HÁ MUITO TEMPO COMO É O CASO DO DANIEL ESTELA ROIG, GILBERTO PITA MARINHO(QUANDO ENCONTRAREM COM ELE PEÇA PRA CONTAR A HISTÓRIA DO GALO) E O SOBRAL QUE VIVIA COLOCANDO FOGO EM TUDO QUE VIA.
UM GRANDE ABRAÇO A TODOS.
Olá Francisco ,
Claro que me lembro de voces , foram bons tempos . O Afonso , eu o vi faz algum tempo , sua mãe mora próximo da minha . Lembra-se que voces fizeram uma empresa de instalações eletricas NAJACS , que o Prof Camargo , queria quebrar a placa que voces colocaram apoiada no na bandeira da sala ?
O Camargão pulava em cima , e não queria quebrar , aí deu um chute nela que foi parar debaixo do piano .
Um abraço,
Daniel
olá Daniel tudo bem?, claro que lembro desse fato com o Camargão, sabe que um dia fui a uma festa de família e sem querer conheci a filha dele, foi muito legal pois o Camargão era um cara muito legal. um grande abraço a você.
Tô fuçando e cada vez sentindo mais saudade.
Wagner
Não sei e nunca usei o Orkut, minha filha Livia e o filhão Ciro não saem dele..
Quem sabe aprendo, parece que andei perdendo “preciosidades”.
Wagner
Estudei na ETA de 1959(Admissão),até 1966 na turma do Col.de Técnico em Eletrotécnica, antes fiz o Ginásio Ind. também na ETA, de 1960/63.É com saudade e com alegria que estou entrando neste site.
Moro em Atibaia há 40 anos, sou aposentado da CESP, onde trabalhei durante 29 anos no Vale do Paraíba. Me formei na ETA em 1967, Há que saudade daqueles tempos…Marcio Engelmann eu estou me lembrando de voce.Gostaria de rever amigos da escola, era uma japonesada super inteligente, todos egressos da Getúlio Vargas, que passaram no Vestibular de 1964 em Eletroténica, e o único orindo do Ginásio Ind. da ETA, fui eu, onde tinha feito, Tipografia e Encardenação. E obs trabalho em Eletroténica até hoje, junto a ELEKTRO,apesar de ser Engº Civil pela Univ. Franciscana/ Campus em Itatiba. UM ABRAÇO A TODOS, com carinho..
Não poderia deixar de registrar,que meu pai dedicou 35 anos de trabalho, a Cia Antarctica Paulista. Só poderia ter nascido na Moóca, e ser corintiano.
Oi…..que bom te reeencontrar, ficamos muito felizes.Nilva
Bom, já faz um tempo o meu pai foi convidado para um reencontro de ex alunos da ETA, o nome dele é Amaury Carlos Gonçalves, o reencontro se deve a Jorge Osorio Keim, nesse encotro há 3 gerações que estudaram no Walter Belian. Ele conseguiu reunir vários ex-alunos na casa dele. è o maximo ouvir histórias daquele tempo, já que qdo eu estudei lá já havia mudado muita coisa. Alguém se lembra desta época ou já fez parte deste reecontro?
Olá Deborah,qeue bom te ver por aqui.Fui a esse reencontro na casa do Jorge.E como vc disse é muito bom ouivirr as historias da turma
deborah, trabalhei com seu pai na DEM , como ele esta? mande um grande abraco para ele
OLÁ PESSOAL!
MAIS FÁCIL MESMO É LEMBRAR DO NOME GEBRA CERTO?
OU DO MEU GRANDE LAÇO NO CABELO?
TENHO VONTADE DE CONVERSAR COM AS AMIGAS DO GINÁSIO E DA TURMA DE QUÍMICA
ROBERTA, LUZ MARINA, MARIA FELINA, RITA (CADÊ VOCE PARA RABISCAR MEUS DESENHOS??????) , REGINA, NEUZA , NEIDE, NOEMIA, NOELI, SANDRA E SOLANGE CADERNETI, DRUSCILA, TÃNIA (2), YARA, CARMINHA, HELENICE FOMENTIN, ROSELI(COMO FIQUEI TRISTE QUANDO VOCE FOI EMBORA…LEMBRO ATÉ HOJE!!!!), E TÔDAS QUE PASSARAM POR MINHA VIDA E DEIXARAM MUITAS LEMBRANÇAS QUEEU CONTO E RECONTO PARA MINHAS FILHAS>
TENHO SAUDADES DOS PROFESSORES, DAS AULAS DE CULINÁRIA E DE COSTURA …. SÓ NÃO DO UNIFORME DE GINÁSTICA…. LEMBRAM DO SHORTS BALÃO?????RSRSRSRSR
DE ALGUMAS TENHO NOTÍCIAS, A MAGALI VIROU ATRIZ, A MARISA CRUZ DE SOUZA (AGORA! LEMBRAM COMO BRIGÁVAMOS???) É UMA DAS AMIGAS COM QUEM MAIS MEIDENTIFICO, DA NEUZA QUE FOI PARA A BAHIA, E DE OUTRAS QUE JÁ SE FORAM COMO A SUZI E A ROSELI TARMULIS.
APAREÇAM TEMOS AINDA MUITO O QUE TROCAR E CONVERSAR….SÓ AQUELE TEMPO FOI MUITO POUCO PARA AMIZADES TÃO ESPECIAIS!!!
GEBRA
Gebra
Sou de turma bem anterior a sua fui da primeira turma de quimica ,fiz ginásio na ETA .Lembro bem dessas meninas que vc citou aqui.
A Noemia tem orkut,é só vc entrar la e procura-la.
Helenice ,tenho contato com ela tb.
Ola Solange, meu nome é Tania e sou prima da Rosely Tarmulis. Voce conece o Filho dela o Fábio? Pois bem já esta casado e tem as mesmas feiçoes da mãe. Abraços para voce que tão bem falou da nossa querida menina.
Minha memória é rica em ótimas lembranças dos tempos da ETA e depois da ETWB. Entre 1970 a 1978, pude conhecer pessoas inesquecíveis, e que farão sempre parte da minha vida.
Um grande abraço a todos!
Como todos deste site sinto muita saudades do tempo da ETA, boas lembranças, critica ao rigor,mas um grande saldo positivo. Amizades que se eternizaram e histórias inesquecíveis. Sou da turma do ginásial de 65.
Um abraço a todos!
Sessa tudo bem?
Estudei contigo nesta época.
Acho que meu primo Fioravante era de sua turma.
Mande notícia para meu e-mail.
Temos um pessoal da ETA que joga futsal às 2ª feira no Paulistinha da Mooca, Rua Madre de Deus,
Abraços
Ferreira
Pessoal um grande abraço a todos …..
nossa ETA e inesquecível…..
feliz 2010 a todos
Sessa
Minha primeira apresentação em público como cantor, foi numa festa junina, onde o professor de música, o sr. Campanhella, acompanhou-me com sua sanfona e mais duas meninas, Madalena e Sonia Ruela (essa não tenho certeza) fizeram o backing vocal.
A música era Açum Preto, de Luiz Gonzaga.
Apesar do prazer da nova experiência no palco, diante de um microfone com platéia, meus labios tremeram todo o tempo de nervosismo, mas aquela apresentação despertou algo muito especial em mim que até então eu não conhecia e um ano depois eu era o cantor do meu primeiro grupo musical, o Ataxia.
Era o início da minha carreira artística e eu não só queria como precisava de uma platéia para apresentar-me com meu grupo.
Convencemos o seu Ubirajara a permitir que fizessemos o “I Festival de Música da Escola Técnica Antactica” (naquele tempo ainda não era ETWB).
Queria para a minha apresentação uma entrada impactante. A idéia era praparar um sistema onde eu ficaria escondido atrás da tabela de basket, para no momento certo, descer por uma corda até palco.
O sr. Ubirajara obviamente não aprovou a “entrada triunfal” mas deu todo apoio ao evento.
Minha mãe, a meu pedido e seguindo o desenho que eu havia feito, confeccionou uma roupa toda elaborada, branca com bordados e uma capa curta de cetin. Tudo muito especial para minha primeira apresentação.
Organizei o Festival de modo que meu grupo se apresentasse no final.
Depois de horas de espera, finalmente chegava nossa vez. A platéia já estava cansada de ouvir música fraca e muitos já estavam indo embora.
Já que eu não poderia vir do alto, mas continuava querendo uma entrada especial, quando chegou o momento, saltei para dentro do palco todo performático e teatral , porém a música não começou, pois os músicos deixaram para afinar os instrumentos no palco.
Foi um fiasco só !
Fiquei alí sem saber o que fazer, esperando quase meia hora até a música começar e todo o impacto inicial que eu planejava para aquela noite estava completamente destruído.
Finalmente cantei e depois da apresentação disseram-me que não dava pra entender o que eu cantava, pois o guitarrista, tocou com o volume da guitarra no máximo encobrindo minha voz !!
Tive também a oportunidade de descobrir meu lado ator nas apresentações de teatro do professor Renê, à quais participei de todas as montagens da minha classe, mas essa é outra história.
Marcão voce não vai lembrar de min, porem adamos bastante junto, voce ensaiava sua banda para o 1°
e ultimo festival da ETA na casa do Terencio Mondejar .
lembra? eu teva sempre junto com ele, eu participei desse festival como jurado e o baterista da sua banda era o Terencio.
A ultima vez que te vi foi em uma propaganda de TV,
(Patrão) Lembra?
meu apelido era umilde, mirde.
E ai, mirto,mirto, saudades do seu amigo Terencio.
Abçs.
Aqueles anos 70 quando eu ia pra algum bailinho fora do círculo da Escola, eu sentia um certo complexo de inferioridade. Tinha a impressão que eu deveria parecer um filhinho de mamãe com aquele corte de cabelo, quando todos os demais alí tinham o cabelo comprido, como mandava a moda.
Acho que foi o Zebrinha (de uma turma mais velha que a minha)quem começou a vir na Escola usando peruca justamene pra poder esconder debaixo dela, o cabelo mais comprido.
Não tive dúvidas! Arrumei uma peruca e comecei a usar também. Fui o primeiro da minha classe e depois disso muitos começaram a usar. A partir daí o Cândido (Soriano Jr.) só me chamava de Peruca. Aliás gostaria muito de saber onde e como está o safado.
Por falar em Cândido, de manhã estudavamos na sala de Artes com o professor Segundo Golfetti e ele, o Cândido não o professor, tava sempre…como direi… no estágio ‘meia-bomba. Ele vivia se fazendo de ocupado com as duas mãos e pedia pra Joyce (que estudava com a gente) pegar alguma coisa no bolso do macacão dele. Ele tinha feito um grande buraco no bolso, e se alguém tentasse ajuda-lo pra pegar algo no bolso como ele pedia, iria com a mão direto pra uma surprêsa.
Certa manhã , na sala do sr. Segundo, o macacão dele estava um pouco mais desabotoado no peito que o normal, o que deixava à mostra um dos mamilos. Ele me mostrou um pelo comprido que sai dalí e me perguntou se eu poderia puxar. Só pensei no prazer mórbido de arrancar-lhe o pelo da teta com uma certa dose de dor.
Puxei com tudo mas o pelo veio fácil pois estava ali solto.
O Cândido dei uma risada marota. Olhei mais detalhadamente para o pêlo na minnha mão… era um fio de pentelho !
Entrei na Antarctica, pela iniciativa do meu pai e intermédio da dona Maria. Uma alemã chefe da cozinha.
Minha mãe me acordava 5 da manhã, preparava o café pra mim e durante o Preparatório eu ia de carona no fusca branco da dona Maria. Ainda escuro, aquele friozinho da madrugada, o dia raiando era gostoso ouvir música caipira de raiz(não confunda com sertaneja que é bem diferente) que ela sintonizava no rádio.
Eu que tinha certo preconceito, aprendi com uma alemã a ouvir a autêntica música do meu povo.
Devo muito do que sou hoje à ela, dona Maria e aos meus pais.
Por causa da carona da dona Maria, eu era um dos primeiros, senão o primeiro a chegar na Escola.
Outro que chegava bem cedo era o Daniel Stela Roig.
Ele comprava, tão logo saísse, a revista Placar e a gente ficava vendo a revista sentado no banco, entre a porta da Mecanica e a Tipografia, em frente à barbearia do Crecêncio,
Tive a fase de jogar futebol de mesa ou de botão.
Eu ia no centro da cidade, numa loja de relógios e comprava aquela capinha plástica transparente, o celulóides e colava embaixo os os escudos dos times que eu recortava da revista Placar . Caixinha de fósforo era o goleiro.
A coisa do futebol de botão estava no ar .
Eu levava em casa amigos, como Alberto Butler Ribeiro e outros para jogarmos. Ou ia na casa de algum deles para jogar.
Nas oficinas foram confeccionados alguns campos de eucatex, pintados de verde e tivemos em 71 ou 72 o I Campeonato de Futebol de Botão da ETA ou ETWB, não lembro ao certo.
Após toda a maratona de jogos, eu disputava com o Ubiratan (filho do seu Ubirajara) para ir à final. Perdi e iria disputar o terceiro lugar com o Butler.
Fiquei com o 4o. lugar da Escola e ganhei medalha. Tá bom, né ?
O Maruí Ferrari, irmão da Iara Ferrari era um sujeito especial, por isso mesmo não ficou muito tempo neste plano.
Eramos bastante amigos. Sentávamos próximo nas carteiras e voltávamos no mesmo onibus, fizemos a oficina do seu Segundo juntos, eu algumas vezes o aporinhava e ele com todo aquele tamanho e força que tinha, era muito paciente. Nunca brigou ou falou mal de ninguém.
Por ele ser encorpado e eu miudo, tive a idéia de fazermos o número do ventrílogo.
Nos intervalos entre uma aula e outra, colocavamos a cadeira do professor em freten ao quadro negro. Maruí sentava alí e num dos joelhos dele sentava eu, no outro sentava o Muçum (Sidney Tadeu Paiva) . Maruí segurava nossas costas por dentro da camisa com um ventílogo segura seus bonecos. Ele nos fazia perguntas e respondiámos com voz e jeito de boneco.
Eu fazia o boneco bonzinho, o Manequinho (nome do meu pai) e Muçum fazia o contraste sendo o boneco safado.
Era muito divertido e o pessoal pedia sempre.
Nelson Breanza, era mestre para criar apelidos que tornavam a pessoa mais conhecida que o próprio nome.: Go Away, Orelha, Marciano, Cabeção, Dona Lezina Capliça na Salsissa e tantos outros.
Mas quem popularizou aquela sobremesa cremosa clara com o nome de “porra de gato” , foi nada mais nada menos…
.
.
.
.
.
.
.
.
Esse que vos fala, ou melhor, escreve!
Tipografia .
Aquela oficina onde tinha um caldeirão elétrico , com um pincelão dentro, que esquentava a cola e por isso tava sempre fumegando e exalando um cheiro característico, quase que fedido.
Preparavamos uma caderneta (dezenas delas) de formatura, azul clara, com o nome de todos formandos.
A etapa final era cortar numa máquina o cantos dessaa caderneta, de modo a arredondar o antes angulo reto.
Coube a mim a tarefa. Tinha à minha frente uma pilha delas e comecei o trabalho.
Quinze minutos depois, o professor veio averiguar como andava meu trabalho. Eu tinha quase terminado e ele deve ter contado até dez pra não enfiar minha cabeça no caldeirão de cola quente ao ver que eu cortara errado quase todas as cadernetas.
Todo o trabalho teve de ser refeito, desde a etapa inicial.
Mea Culpa !
Tive a fase de jogar futebol de mesa ou de botão.
Eu ia no centro da cidade, numa loja de relógios e comprava aquela capinha plástica transparente, o celulóides e colava embaixo os os escudos dos times que eu recortava da revista Placar . Caixinha de fósforo era o goleiro.
A coisa do futebol de botão estava no ar .
Eu levava em casa amigos, como Alberto Butler Ribeiro e outros para jogarmos. Ou ia na casa de algum deles como o Daniel Stela Roig, para jogar.
Nas oficinas foram confeccionados alguns campos de eucatex, pintados de verde e tivemos em 71 ou 72 o I Campeonato de Futebol de Botão da ETA ou ETWB, não lembro ao certo.
Após toda a maratona de jogos, eu disputava com o Ubiratan (filho do seu Ubirajara) para ir à final. Perdi e iria disputar o terceiro lugar com o Butler.
Fiquei com o 4o. lugar da Escola e ganhei medalha. Tá bom, né ?
Marcos, sua irmã do Daniel Estela Roig li seu depoimento e foi uma risada só aqui em casa. Nós ainda temos o campo de futebol de botão.
Feito em eucatex, pintado na ETWB.
Vou contar para o Daniel. Ele está viajando bastante a trabalho mas daqui alguns dias estará aqui.
Olá Gisele. Por favor, peça ao seu irmão pra me contatar no Orkut. Tenho dois perfis lá como Marcos Serra. Será um prazer reencontra-lo , mesmo que seja no mundo virtual.
Olá Marcos. Eu fui o campeão, talvez lembra-se de meu apelido, Sapinho pois era irmão do Sapão que fazia mecânica 3 turmas anteriores à nossa. Fui campeão, mas não invicto, pois a unica partida que perdi foi justamente pra vc. Não me esqueço, foi um jogão, comtorcida e tudo mais. Guardo até hoje o troféu conquistado que recebi na festa de encerramento do ano que se realizava no Refeitório da Escola.
quero tentar entrar em contato com alguem que esteve no abrigo de menores sto antonio na epoca que ainda era dirigida por freiras ,na rua pedro no jardim tremembe
estive la de 1965 a 1968
tenho 2 irmãos que estudaram comigo ,inclusive o izael e EUsomos gemeos o+novo e o daniel
me lembro de alguns nomes,CLAUDETE,ROSELI,YOLANDA,CLOVIS.COSME.DAMIÃO,CLAUDIO,ZILDA.JOANA.RUBENS,GLORINHA ENTRE OUTROS
Ismael
Que bom poder apos tantos anos ter contatos com alguns alunos da poderosa Irmã Mercês e da professora Valdete.
Eu Vicente e minha irmã Aparecida Donizete (Izete) estivemos de 1963 a 1966 nesta instituição.
Gostariamos de relembrar de colegas que conviveram conosco nesta epóca.
Um grande abraço
ADEMIR, só hoje encontrei sua resposta. Estive olhando minha malinha de documentos e encontrei nossas fotos, o convite de formatura, meu album de recordações e a eles anexei algumas fotos que a Maria Cristina colocou no site. Nesta altura da vida é muito bom recordar. Nós conseguimos reviver os bons e os maus momentos e seria muito gostoso reencontrar as pessoas que nos foram caras.
Quanto a Cainé, somos grandes amigas . meu email é nmagnani@ig.com.br. Um grande abraço Nilva
Oi Nilva
Lembro de vc, morava nas imediações da Lins não é…
Fomos da mesma turma vou procurar as fotos aqui no Blog.
Abraços
Ademir
É isso mesmo, morava perto da Lins, e voltei a morar aquí pertinho depois de ter morado algum tempo em Indaiatuba. Quando você estiver aquí em São Paulo entre em contato com a gente. Um grande abraço,Nilva
MARCOS SERRA,JÁ CONSEGUI A TAL RECEITA DA SOBREMESA ESPUMA DE CLARA DE OVO
Pô Roseli pullbica a receita aí pra todos conhecerem.
Aproveito pra deixar uma sugestão;
Sempe que alguém promover encontros, deveria-se servir um almço na bandeja, com aquele feijão maravilhoso, leite ou groselha no copo de alumínio e claro, não deixar faltar a sobremesa.
Ah, sim ! Antes que me esqueça, o nome correto é “Porra de Gato”, com os devidos creditos, 9lógico) ao autor do nome (ieu, rsss)
Olá Marcos , Bons tempos aqueles da ETA e da ETWB , acho que minha mãe deve ter ainda o paletó cinza sem gola e a gravata que usavamos .
Os campeonatos de futebol na quadra , organizados pelo Prof Pasquim lembra ?
Estou morando em Buenos Aires , pela empresa que trabalho , vou a cada mes ou mes e meio a Sao Paulo .
Um abraço ,
Daniel
Olá Daniel, se puder, entra em contato comigo no Orkut (Marcos Serra) pra gente conversar e eu te passar alguns e-mails dos amigos daquele tempo.
Grande abraço
Marcos Serra
ou Marcos A. L. Serralheiro
estudei na ETA de 1961 a 1964 já se vão 46 anos do muito que sou e fui na minha vida devo a essa escola tão querida
Oi Ivone
eu sai em 1963, portanto, em algum momento estudamos juntas….
mas,eu me lembro bem da minha turma e das outras turmas lembro dos rostos, mas não dos nomes….
afinal, já se passaram muitos anos….
talve vc lembre da ultima seria do ano 1963, eramos poucas….apenas 17 alunas
um abraço
Bom… claro que me lembrei de mais algumas pessoas que realmente fizeram parte de minha vida na ETWB…
Zé Maria, Boi, Pimpinella…
Vou lembrando e vou escrevendo…
bjundas….
Que memória, hein, meu amigo…affff…rsrsrs…
Lembra do Reinaldo Papai? e do César Meleca?
Bjundas pra vc também…
Fala Roy , quanto tempo . Voce ate lembrou do trabalho da Feira de Ciencias ( PC do 3º de Eletro).
Uma abraço,
Mario Bergamo
Lendo estes depoimentos todos quase sofri um enfarte. É mmmuuuiiiitttttaaa saudade. Tempos maravilhosos de amigos saudosos. Fui interno do pensionato, cuidado pelo Sr. Elias. Hoje tenho contato frequente com o Orlando Gerodo (Leão) e o Eddy (Ednilson Moreira), quase meus irmãos. abraços a todos
Grande abraço Rogério e obrigado pela lembrança.
Fala Zé Maria….Nossa, grandes lembranças, pessoas que não nos recordavamos a muitos anos, de repente vem a nossa lembrança, com muita saudade, de tempos bons que vivi…Abraço.. Nem sei se lembra de mim…rsrs…
Estudei na ETWB de 1976 a 1983 (ginásio e técnico em Química) e depois trabalhei na Antarctica de 1987 a 2000.Tenho saudades de tudo:da escola, dos amigos que receberam a mesma educação que eu,das risadas,bagunças,ingenuidade… A escola deu a todos nós uma base muito sólida de família, respeito,amizade.Conto aos meus filhos das aulas do professor RENE ,ONDE A GENTE RACHAVA O BICO , com tantos PAPAI que ele nos fazia gritar. Graças a ele a maioria de nós com certeza não tem o menor problema em se expressar.Saudades da professora Yara ,Claudete,Maria Luíza,Kinuê, Dona Lourdes,Nancy,Hélio.Pasqui,Oswaldo,Maximina,Sr Nino,Ubirajara, Dougla.s,Freitas,Toninho,Mathias,Bethy (quanta gente).Eu não pude ir ao encontro que teve na escola quando terá outro? Tenho contato com algumas amigas mas há tantas outras que nunca mais vi:Mazilena, Rosana Maciel Viviani, Solange,Rosana Roversi,Monica Cardoso,IVAIR,Edilson Magalhães ,CAPETA, outros que não lembro agora.Estava na Internet e adorei achar ETWB ,se tiver alguém dessa época escreva por favor.
Roberta, meu nome é jonas gomes. Sou da sua época (de 1977 a 1980 – 6ª série a 1º colegio) eu era da classe do Ivair, quando as carteiras eram duplas eu sentava com o Edilsom Magalhães. Vc tem contato com eles. Meu e-mail é jonasgomes@aasp.org.br
Gostaria de saber se alguém tem informações de Zilá Scatoline, acho que foi da turma de 1960 a 1964
Gostaria de saber notícias de minhas amigas da turma de 1968.
Vou procurar no convite de formatura o nome delas e jogar o bloog.
Bjs
Suely
Fiz mecânica andava com o Anselmo ( Maria ) o Fernando Dutra, Cassio Augusto e outros mais, tenho muita saudade daquele tempo e gostaria muito de rever alguns amigos daquela época caso alguém tiver algum contato dessas pessoas podem me passar eu agradeço.
meu email é marciocorredor_abb@hotmail.com
Oi Marcio, eu era da turma de Secretariado (Fernanda Sodré) Eu me lembro do Maria do Cassio e do Fernando, tem contato com o Maria ainda? Se tiver passa meu email fernandass7@yahoo.com.br
Bjs – ou me procurem no Facebook
Pessoal,
Sou ex aluno da ETA de 1961 /1965.
Curso de Eletrotécnica.
Digitem meu nome no google e saberão um pouco da minha estória.
Minha turma Tec. Mecanica de 1966
A ETA deveria promover um encontro dos EX-Alunos e divulgar bem para que possamos rever os velhos amigos.
Foram tempos muito bons e importantes em nossas vidas.
Radamés L. Ferraz Semadar 05 de janeiro às 12:49 Eu me formei em 1966 tec. Mec. Fiz estagio Na GMB em 1966.
Sou da turma do Levio, Decio Bereck,Bragato,José Miltom(Zé coquinho)
Aureo etc. Voce deve lembrar da primeira festa junina que fizemos mesmo tendo que convencer o Dr. Amendola.
Vou procurar fotos da epoca
Alguém da época de 1977 a 1980? Sou o JONAS GOMES, apelidado de branco, neve, omo total. Gostaria de de comunicar com o pessoal da época.
Meu e-mail é jonasgomes@aasp.org.br
Toda segunda-feira formavamos filas organizadas por turmas na quadra para cantarmos o Hino Nacional.
Depois a revista pelo diretores Amêndola e Ubirajara. Seu Amêndola, sempre de fisionomia austera, nos dava mêdo pelo seu marcante ar Hitleriniano.
Aqueles que estivessem com o cabelo um pouco mais comprido, tinha o nome anotado e logo mais, naquele mesmo dia, era encaminhado para a barbearia, com o seu Crescêncio, já a espera.
Enquanto cortava nosso cabelo no mais rigoroso estilo americano-curto, ele mantinha o cigarro na boca, sem nem mesmo tirá-lo para bater as cinzas.
Ficávamos na expectativade, puxando os olhos para cima ,prestando atenção quando aquelas cinzas , mais comprida que o próprio cigarro, iria partir- se e cair no chão.
No ano 71, numa prova de Moral e Cívica escrevi algumas besterias fazendo com que minha mãe fosse chamada para uma conversa com o diretor Ubirajara.
Ela estava entusiasmada, animada mesmo e ainda comentou comigo no ônibus que provavelmente haviam reconhecido que eu merecia passar para o nível seguinte, pois eu, por ser muito novo, antes de entrar na ETA havia repetido a 5a. série.
Qual não foi sua surprêsa e decepção quando o diretor informou-lhe que eu desrespeitara a autoridade do professor escrevendo bobagens (coisas bobas mesmo) na prova, e porisso eu estava sendo suspenso.
Vendo minha mãe chorar por minha causa, prometi a mim mesmo que nunca mais a decepcionaria e de certo modo, aquele epsódio foi a alavanca para que eu tirasse notas melhores.
Na terceira série ela foi novamente chamada, mas desta vez pelo professor Segundo Golfetti de Artes, para alertar que eu deveria receber atenção e estímulo especial afim de desenvolver minhas aptidões artísticas.
Uma triste lembrança que tenho daquele período, foi quando tivemos de fazer um trabalho de Ciências para o professor Osvaldo. A proposta era apresentar o esqueleto de um animalzinho. Meu grupo comprou um canarinho amarelo para este fim que segundo o vendedor (talvez apenas para vende-lo) disse que já estava doente. Tinhamos de sacrifica-lo e ninguém tinha coragem para tal.
Perguntei aos colegas se a avezinha realmente estava doente e se tinhamos de faze-lo eu resolveria aquilo de uma vez.
De juiz rapidamente passei a carrasco e tomando o pequenino condenado em minha mão, mergulhei o inocentinho no tanque com água, enquanto víamos pequenas bolhas de ar subindo à superfíce.
Ou seria a pequenina almadaquela criaturinha que Deus havia nos presenteado para alegrar nossas vidas com seu canto e que eu, na minha ignorância e brutalidade, forçava a deixar o corpo ?
Por aquele trabalho de Ciências até hoje trago dentro de mim o remorso desse erro.
Naqueles anos 70, quando eu ia para algum bailinho fora do círculo da Escola, eu sentia um certo complexo de inferioridade. Tinha a impressão de parecer um filhinho de mamãe com aquele corte de cabelo curto, quando todos os demais alí usavam o cabelo comprido como era a moda.
Por conta disso arrumei uma peruca e comecei a usa-la na escola justamene para tentar esconder debaixo dela, o cabelo mais comprido. Fui o primeiro da minha classe e logo depois muitos começaram a usar. Por causa disso, o Cândido Soriano Jr sempre me chamava de peruca. Sempre que lembro dele ve vem essa imagem, qdo ele me via já ia dizendo ao mesmo tempo que sorria : “Peruuuuca!”
Por falar em Cândido, mais conhecido com Pestana, de manhã estudávamos na sala de Artes com o grande professor Segundo Golfetti e o Cândido, estava sempre…como direi… no estágio ‘meia bomba’.
Ele vivia fazendo-se de ocupado com as duas mãos e pedia para as meninas que estudavam com a gente pegarem alguma coisa no bolso do macacão dele. O bolso tinha um rasgo estratégico e se alguém tentasse ajuda-lo como ele pedia, iria com a mão direto pra uma surprêsa quente.
Certa manhã, ele estava com o macacão um pouco mais desabotoado no peito, o que deixava à mostra um dos mamilos.
Ele me mostrou um pelo comprido que saía dalí e perguntou se eu poderia fazer o favor de puxar. Só pensei no prazer mórbido de arrancar-lhe o pelo da teta com uma certa dose de dor.
Puxei com tudo mas o pelo veio fácil e minha mão. porque estava ali solto de sacanagem.
No que Cândido deu uma risada marota, corri com o olhar para analisar detalhadamente o pêlo na minha mão…
Filho da puta! Era um fio de pentelho! rssss
Após o almoço relaxávamos um pouco naqueles bancos antes de entrarmos para as aulas da tarde. Saturno estava deitado, com a cabeça apoiada nas pernas de um dos colegas, o Chico. Saturno tinha um dos braços estendidos com a palma da mão aberta para cima. Enquanto conversávamos, Cândido brincava com o palito de dentes que trouxera do almôço.
Dava pequenas cutucadas na palma da mão do Saturno. Ele, na posição que estava não podeia ver quem dava espetadelas em sua mão, apenas fechava-a rápido tentando pegar o palito. E assim transcorria a brincaderia até que Cândido, que era um tarado só perdendo para o Tetéia (que a cara cheia de espinhas não deixava mentir), desabotou o macacão e colocou a ‘mandioca’ na mão do Saturno no que ele, achando que pegaria um palito, pegou foi um pau !
Maruí Ferrari era um sujeito especial, por isso mesmo não ficou muito tempo neste plano. Éramos bastante amigos. Fizemos a oficina de Artes juntos, sentávamos próximos nas carteiras e voltávamos no mesmo ônibus. Algumas vêzes eu o aporrinhava, e ele com todo aquele tamanho e força que tinha, era muito paciente e gentil. Nunca brigou ou falou mal de ninguém.
Por ele ser encorpado e eu miudo, tive a idéia de fazermos o número do ventrílogo. Nos intervalos entre uma aula e outra, colocavamos a cadeira do professor em frente ao quadro negro.
Maruí sentava alí e num dos joelhos dele sentava eu, no outro sentava o Muçum (Sidney Tadeu Paiva). Maruí segurava nossas costas por dentro da camisa como um ventílogo segura seus bonecos.
Ele nos fazia perguntas e respondiámos com voz e jeito de boneco de ventríloco.
Eu fazia o boneco bonzinho, o Manequinho (nome do meu pai) e Muçum dava o contraste, sendo boneco safado.
Era muito divertido e os colegas pediam sempre.
Na Tipografia havia aquele caldeirão elétrico, com um pincelão dentro, esquentando a cola que fumegando espalhava no ar um cheiro característico, quase um leve fedor, mas que incrivelmente, a memória do cheiro me traz lembranças e sinto saudade. Preparávamos uma caderneta (dezenas delas) de formatura, azul clara, com o nome de todos formandos.
A etapa final era cortar numa máquina, os cantos dessa caderneta, de modo a arredondar o antes angulo reto. Coube a mim a tarefa. Tinha à minha frente uma pilha delas e comecei o trabalho. Quinze minutos depois, o professor veio averiguar como andava meu trabalho. Eu tinha quase terminado e ele deve ter contado até dez para não enfiar minha cabeça naquele caldeirão de cola quente ao ver que eu cortara errado quase todas as cadernetas.
Todo o trabalho teve de ser refeito, desde a etapa inicial por culpa do meu erro.
Hamilton amigo até hoje, e que se transformou no comandante Hamilton.
Uma de nossas oficinas foi a marcenaria que das suas janelas dava vista para o setor feminino.
Tive a idéia de construir um periscópio de madeira e escondidos, podíamos ver as meninas sentadas displicentemente nos bancos após o almoço e com sorte, ver um pouco além nas suas cruzadas de pernas.
Estavamos construindo o tal periscópio, na marcenaria do professor Nestor. Cortamos as madeiras e as guardamo com o nome de cada um para na aula seguinte montarmos o artefato com os espelhinhos posicionados em 45 graus dentro.
Talvez minhas madeiras eram mais novas ou bonitas que as que ele havia usado, sei lá…pois quando retomamos o projeto, notei que o meu nome estava escrito numa grafia um pouco diferente.
Não é que o safado trocou as madeiras escrevendo meu nome nas madeiras dele?
Vez ou outra eu passava um final de semana na sua casa. Ele tinha um cão pastor alemão que mais parecia um demônio de tão bravo.Hamilton me recevia dizendo:
-Não precisa ter medo que ele não morde. Enquanto o demônio latia raivoso mostrando- me todos os seus dentes.
Ele tinha poucos discos, mas eu gostava de ouvir em especial ‘The Carpet Craw Lers’ do grupo Genesisas. Por causa disso Peter Gabriel foi influência forte nas minhas performances teatro-musicais.
Hamilton cansou-se de dois discos que ele tinha e passou pra mim. Eram os dois melhores Lps do emergente Queen de Freddie Mercury: o álbum preto ‘A Night at the Opera’ e o branco. ‘A Day at the Races’. Esses dois discos foram um marco na minha vida e também forte influência no palco.
Lembro da gente andando à noite nas ruas da redondeza. Eu usava uma capa longa e preta com capuz. Parecia a morte procurando quem levar naquela noite fria de inverno. E eu dava uma gargalhada grave, longa, alta em volume e sinistra.
Ele tinha uma namoradinha e por tabela eu catava a irmã mais nova. Ela tinha os dentes da frente bem estragados, mas não seria esse detalhe suficientemente capaz de estragar a brincaderia, não é ?
Eu dormia no chão do quartinho e havia um cheiro peculiar, mas nunca me detive para analisar o que exatamente era. Muito depois me caiu a ficha que eu dormia com o nariz perto dos sapatos e tennis.
Era chulé, e dos bravo.
Numa outra oportunidade fomos com duas garôtas da Escola para o Ibirapuera num final de tarde já começando a escurecer. Ele pegou uma delas pela mão e entrou num arbusto. Eu fiquei com a outra, uma grandona maior que eu, que só me enrolou com papo furado, ganhando tempo até os outros dois voltarem.
Depois do ginásio já no colégio, teve um ano que eu estava bem enrolado na matéria de Inglês. Precisava tirar boa nota naquele exame final, mas graças ao Hamilton, digo amigo, que me passou toda a cola, não perdi aquele ano.
Outro grande sujeito, presente da ETA pra mim e amigo até hoje : Nelson Breanza. Mestre em criar apelidos exóticos conseguindo a proeza de mudar apelidos já estabelecidos e quase esquercermos o verdadeiro nome dos apelidados.
Foi assim com Go Away, Saúva (pela bunda grande), Salsicha que depois passou para Sal, Orelha e depois Marciano, Cabeção, Dona Lezina Capliça na Salsissa, em alusão à lingua presa do colega, e tantos outros.
Seu Rui, o professor bahiano de inglês toda vez que, por alguma razão tinha de chamar pela atenção do Breanza ele dizia:
-Seu Breaaaaaanza! Seu avô foi muito melhor que o senhor !
Nelson Breanza
Ela era um professor muito querido e sempre que entrava na sala o Douglas, apelidado pelo Breanza de Pinico, ia até sua mesa cumprimenta-lo.
Aquela brincaderia cresceu e toda aula a sala toda levantava-se para cumprimentar seu Rui. Quando ele aposentou-se e teve de deixar a Escola, com a face vermelha de muita emoção, ele chorou pois tinha a nossa turma em grande estima e consideração justamente por isso.
O que vou relatar agora pertence ao passado, não tenho nenhuma mágoa, mas o Nelson, corinthiano roxo que era, de tanto que falava do Corinthians, acabou me influenciando e eu me tornei corinthiano por culpa dele !!
Craque no futelbol de salão, também jogava futebol de campo. Certa vez, a bola foi cruzada na área para onde ele estava. Era chutar e correr pro abraço, mas acontece que ele tinha ido na zona e voltou com a fraqueza característica de quem comeu e se lambuzou.
A bola veio e ele chutou com toda sua força, pra ela sair fraquinha e mansinho pro lado de fora.
Um colega da nossa classe , o Ademir Luna da Silva, nos falou que tinha casa na Praia Grande e ofereceu-nos para passarmos um final de semana. Levantamos um dinheiro para o aluguel, pegamos a chave e o enderêreço e fomos de ônibus. Eu, Breanza, Cândido (o Pestana), Vitor, Ivan, Hamilton e o Babá(mais tarde, Dona Legina Caplissa na Salcissa) Babá , que tinha grande repulsa, um medo exagerado mesmo de baratas, ainda que mostrássemos a ele que não eram baratas, mas apenas replicas moldadas em latex.
Andávamos na areia carregando nossas mochilas procurando pela casa conforme o enderêço que tínhamos e nada. À noite, sem ainda ter encontrado a tal casa do Luna, nos restou dormir na praia.
Era areia por todo canto: nos sapatos, na roupa, nos cabelos, mãos, ouvidos…em todo lugar. A fome bateu e as parcas fatias de pão-de-forma que tínhamos ali, foram repartidas e mastigadas junto com areia raspando nos dentes.
Dormimos ao redor de uma improvisada fogueirinha, pois a noite à beira-mar trouxe um frio que até então eu não conhecia.
Eu dormia, melhor tentava adormecer, deitado de lado, com as costas para foguerinha e em cima do próprio braço, para que a friagem não causasse danos aos pulmões.
Depois de uns dez minutos o braço enfurmigava e eu trocava de lado. Todos dormiam e eu sem conseguir adormecer, andei de um lado ao outro da praia pra me aquecer um pouco e ver se o cansaço me trazia o sono.
Pela manhã resolvemos que o melhor seria alguém voltar para para S. Paulo ver com o Luna o enderêço exato da tal casa. Eu, Cândido e Vitor nos prontificamos a voltar, enquanto Breanza, Babá, Hamilton e Ivan ficaram.
Para aquela noite o grupo que ficou alugou um barraco com a mata ainda nativa dos lados e ao fundo. Não tinha nada além de uma cama para aqueles três.
No meio da noite, Breanza a levantou-se para ir ao banheiro, que não havia, quando acendeu a luz deparou-se com um calango (iguana) no quarto. Ele pulou de volta para a cama e com a luz acesa a noite toda tentavam dormir com um olho aberto e o outro fechado.
Nós, do grupo que voltou, encontramo o Luna. Ele dizia não saber o que poderia ter acontecido e voltou conosco para mostrar onde ficava a suposta casa. Ao final, não havia casa nenhuma e a chave que ele havia nos passado, era uma chave qualquer sem enderêço.
Aproveitamos o que era possível aproveitar daquele passeio e tudo ficou por isso mesmo. Tivemos depois, com o memso grupo de amigos várias outras viajens pelo litoral paulista, pois eramos todos adolescentes descobrindo a vida e a vida era uma constante alegria.
Almoçávamos no refeitório ao som de músicas de FM. Naquele tempo isso significava música relaxante, de orquestra.
Um dia, Ubiratan trouxe um disco do Alice Cooper (Muscle of Love) e pôs pra tocar nos autofalantes do refeitório. Como ele era o filho do diretor Ubirajara, ninguém se opôs e almoçavamos ao som de rock.
Quando o diretor chegou pra almoçar e viu aquilo, ou melhor ouviu, disse naquele seu peculiar tom de trovão:
– Tira já essa merda! Ôooo raaaça !!!
Numa outra ocasião, enquanto esperávamos para entrar para o almôço, eu que costumava cantar um tango de um disco do Nelson Gonçalves que meu pai sempre ouvia, me pus a imitar Nelson Gonçalvez pros amigos, cantando o tal tango de nome Carlos Gardel.
Enquanto cantava pensava como o pessoal gostava de me ouvir, pois todos estavam ali em volta, muito quietos e ouvindo atentamente.
Quando terminei entendi o porquê do respeitoso silêncio: seu Ubirajara estava atrás de mim, o tempo todo, observando minha performance.
Fiquei sem graça mas pelo jeito ele aprovou pois não disse nada.
A veia artística em mim já despontava e quando eu punha algo na cabeça ia em frente,
Eu gostava de uma garôta Cecília Figueiredo Souto e pus na cabeça que uma forma de chamar-lhe a atenção seria cantar uma música na TV no programa do Silvio Santos, que ainda era na TV Globo, mais exatamente próximo à Pca. Marechal Deodoro.
Nelson Breanza foi comigo e enfrentamos uma longa fila. Na hora de entrar, só eu pude entrar e ele teve de esperar do lado de fora.
Aaah! os amigos…
Cantei, não lembro exatamente se foi ‘De Tanto Amor’ ou ‘Por Amor’ . de Roberto Carlos. De qualquer maneira ambas são belíssimas.
Disseram-me que eu tinha potencial mas que voltasse com outra música menos lenta e mais atual, pois aquela já não tocava nas rádios.
Eu queira cantar exatamente aquela música pelo que a letra transmitia e não vi razão para voltar.
Minha primeira apresentação em público como cantor, foi com a música Açum Preto, de Luiz Gonzaga, numa festa junina na quadra, onde o professor de música, o sr. Campanella, acompanhou-me com sua sanfona e mais duas meninas (Madalena e se não me engano a outra era Sonia Ruela) fizeram o backing vocal.
Apesar do prazer da nova experiência no palco diante de um microfone e com platéia cheia, meus lábios tremeram todo o tempo de nervosismo, mas aquela apresentação despertou algo muito especial em mim e que me moveu pelo resto de minha vida sempre em direção ao palco.
Amei essa comunidade da e.t.w.b estudei la ate 84/85 .Mas vivi algo naquele lugar que trago dentro de mim ate hoje.O valor da amizade.Obrigado pelo prazer de participar dessas recordaçoes.Gostaria de manter informada do proximo reencontro de ex-alunos bjs para todos
Estou com 64 anos, nasci em 14 de junho de 1946 em uma casa na rua Silveira da Motta, n. 300. À época eram as parteiras que auxiliavam os nascimentos dos bebes.
Meu pai era entalhador, profissão que aprendeu no Liceu de Artes e ofícios e trabalhava com seu irmão Delvin. Éramos sócios do Clube Internacional do Cambuci, na rua Silveira da Mota e às sextas feiras o clube exibia filmes. Só que cada pessoa tinha que levar sua cadeira, pois o clube não dispunha de lugares para todos os moradores do bairro. Joguei muito futebol na várzea do Glicério e fazia “ginástica” na várzea da rua Climaco Barbosa, próxima a malharia Cambuci, hoje Penalty. Ajudei muito meu tio Oswaldo Pinotti, proprietário de um caminhão marca Chevrolet – ano 1946, câmbio seco, a carregar fardos de pano de algodão para o centro atacadista da rua Vinte e Cinco de março. Freqüentei muito os cines Itapura, ao lado do Parque Shangai, e também cines Riviera, na Lins de Vasconcelos e Cine Roma, quando a entrada ainda era pelos fundos, visto que a avenida radial leste ainda não havia sido construída. Aos dezessete anos namorava no Parque D. Pedro, sem medo de assaltos e trombadinhas. Aos sábados ia ao Clube Esso na esquina com a Praça da Republica, e depois das 4 da manhã seguíamos a pé pelo centro velho de São Paulo e parávamos na rua Direita para jogar bilhar. Pegávamos o ônibus na Praça da Sé, ou o bonde na Praça Clóvis Beviláqua. De madrugada as ruas eram lavadas e quando amanhecia as ruas estavam limpas. Estudei no Grupo Escolar Armando Bayeux, na rua Anna nery e no mesmo prédio funcionava o Ginásio Estadual Professor Roldão Lopes de Barros. Completei o quinto ano, obrigatório à época no Ginásio Estadual Oscar Thompson, na rua Justo Azambuja. o Conjunto do IAPI que foi construído em parte da várzea do Glicério. Meu pai comprou uma casa na rua Vicente de Carvalho, n.306, para pagar em 100 parcelas iguais, com juros tabela Price. Várias vezes reformado pelo construtor pedreiro Sr. Gildo, embrulhão como ele só. A casa, geminada ficava próximo ao corpo de bombeiros, e quando chovia muito, as ruas ficavam alagadas devido ao trasbordamento do rio Tamanduateí. Largo do Cambucí, quando ainda existia o bebedouro para os burros das carroças, o antigo cine Cambuci, posteriormente transformado em supermercado – Peg Pag, novidade na época. A cantina Tito Skipa na rua Ana Nery, a farmácia do Tuphy, o médico de todos Dr. Américo Spinelli, a fábrica de cordas da família Giusti, na rua José Bento, a garagem da transportadora Lusitânia, a quitanda do Sr. Manoel, a padaria dos italianos Pascá e filhos, o bar do Sr. Martins, que depois vendeu para o Belchior. O velho Nicolau – marceneiro de mão cheia. Velhos tempos que me traz muitas saudades. A mercearia do Sr. Elias na esquina da Vicente de Carvalho com a Rua anna Nery, tinha um sabor especial quando se pagava a conta feita do mês, na caderneta, eu e minha irmão ganhávamos um pirulito. Por ora é só. gostaria de encontrar amigos daquela época. Abraços Pedro Desidério Mosconi. Outra estória que irei contar é da escola técnica Antarctica, mantida pela Fundação Antonio e Helena Zerrener – dona da companhia antarctica paulista. Em 1961 ingressei na Escola Técnica Antarctica, mantida pela fundação Antonio e Helena Zerrener, onde estudava das 7 da manhã às 5 da tarde, com aulas teóricas pela manhã e práticas á tarde. Aprendíamos de tudo um pouco. Mecânica – onde eram torneadas as bombas para acoplar aos barris de chope, a carpintaria- onde eram fabricados os engradados para os refrigerantes, a gráfica – onde eram impressos os rótulos para posterior colagem nas garrafas, – fábrica de pregos, a oficina elétrica, – onde aprendíamos a profissão de eletrotécnico, e no período das férias fazíamos estágios nas oficinas e ganhávamos uns troquinhos para os gastos de final de semana.Na época de escola namorei com uma aluna do ginasial, a Maristela Rossetti, e cheguei a discutir com o diretor Oswaldo Amendola, pq era proibido namorar na escola e nem pegar na mão da menina podíamos. Que tempos, hein? Devo desculpas à ela pq depois q fui trabalhar na Cherp em Bariri nós nos separamos. Não fui muito educado nesta separação, pois ela sempre esteve do meu lado, nos momentos mais difíceis. Na época das enchentes, a morte de minha mãe em 1964, enfim coisas da nossa trajetória pela vida. Caso ela venha ler essas estórias, espero que me perdoe pelo erro cometido.
Lembro-me do velho e querido dentista o Dr. Fausto. Como era legal aquele profissional.
Às vezes freqüentávamos a Igreja da Glória, na parte alta do bairro, próximo ao Liceu Siqueira Campos.
Pizza, quando comíamos era um pedaço só na padaria da esquina da Independência com o Largo do Cambuci, depois de assistir uma matinê no cine Riviera e descer a pé a Lins de Vasconcelos.
Caso tenham gostado da estória, peço que me avisem, Saudações do morador do Cambuci – Pedro Mosconi
Não o conheço,mas nossas trajetórias são parecidas. Nasci em 1960 tendo irmãos nascidos em 54 e 55, todos nascidos na Silveira da Mota 281, ao lado da quitanda do Seo Jorge. Estudamos todos na Antarctica e meus pais ainda moram no mesmo local, porém livres das terríveis enchentes.
Gostei muito de seu relato pois somos da mesma época (02-01-46) fiz ginasio industrial e Tecnico na ETA. . É capaz que voce se lembe da minha turma Levio (irmão Lino) Dercio; Alberto Berck; Jose Miltom (morava na chacara da Antarctica no Taboão SBC);Claudi Bragato e no Tecnico Aureo; Hiro; Ura Homor e já não lembro o nome de muitos.
Namorei com uma aluna e estamos casados Elizabth Friedenreich que morava na vila na Rua Ana Neri quase na av dos estados e estudava com minha irmã Aida.
Caso lebre da gente escreva e não deiche de comparecer no encontro dos ex-alunos.
Radamés
Adorei esse espaço, lembrei muito da minha adolescência na ETWB, que saudades, estudei até o ano de 89, lembrar dos professores como o Renê, me fez dar muitas risadas, ele judiava da gente com o seu PA…. Tomara que eu consiga encontrar pessoas da minha época, ficarei no aguardo.
Ola, Claudia!
vc era da turma de Secretariado…Estudamos juntas. Nao sei se vc se recorda de mim, eu fazia ballet e adorava dançar nas festas juninas!
Morri de saudades relembrando daquele tempo e fiquei muito feliz em te localizar aqui. Grande beijo,
Gostaria de contatar MAURILIO TONELLI, MARIO DO NASCIMENTO, HIRCKSON, EDILSON VIANA, JUVENAL, JOÃO PODRÃO, ZÉ LELE, MARIA ROSA e demais colegas dos anos de 1977 a 1980.
Aguardo contato pelo e-mail jonasgomes@aasp.org.br
fico muito triste, pois não vejo ninguem da minha turma se lembrando do nosso tempo, e foi um bom tempo, fui da turma que se formou em 94, fiz quimica.
me lembro do rosto de cada um da turma, pena que muito deles tem memoria curta, mais tbm me alegro pelos que se lembram de mim. Como Daniel Gobbo, Danielle Maciente, Silvana Rinco, Rosangela Anacleto e outros que tenho em meu orkut. se por acaso alguém se lembrar de mim, meu orkut esta : jeane priscila alves ramos. bjosss
E quem não se lembra das grandes partidas de bolinha de meia realizadas naquela quadra em que cada caída era um esfolão. E as paradas quando o Ubirajara acabava de almoçar. Parecíamos todos estatuas no meio da quadra. O raçaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!
Grande lembrança… Nós sim, éramos verdadeiros craques!
Ali
E aí Adilson (sapinho)lembro muito de você cara,como vai, estudei nesta época também sou o Dilson (mineirinho) jogamos muita bolinha de pano naquela quadra e cimento, conheci seu irmão o Sapão, grande colega, muitas saudades.
Lembro-me de vc Dilson. Espero que esteja tudo bem consigo e familiares. Espero que tenha se dado bem profissionalmente. Um grande abraço.
Ademir Carlos Guerretta….
Não se voce me conhece;sou da turma do colégio
de 1969 e fiquei sabendo que voce tem contato com o amigo João Carlos Teixeira de Gouveia e o
Luiz Carlos Fidalgo.Caso tenhas como me informar,serei muito grato.Um abraço,Felix
Claro que me lembro de vc.
Mande-me um e-mail que lhe enviarei o contato do João Carlos
aguerretta@terra.com.br
Abraços Ademir Guerretta
Oi ademir, as correspondencias encaminhadas ao seu e-mail,estão
voltando.Deixo aqui o registo do meu e-mail,ok.Um grande abraço,
Felix. E-mail felixrawa@gmail.com
Olá Jeane,
Claro que me lembro de você!
Assim como todos os demais colegas de classe de 94 e 95 de Quimica.
Beijos a todos!
Eliana Guerretta
minha linda, saudades de vc, não podemos perder contato, pois se nos encontramos depois de tanto tempo, isso significa que não foi por acaso que Deus nos colocou uma no caminho da outra. bjoss no seu coração( deixe um recadinho em meu orkut, viu)
Foi a melhor época da minha vida, tudo que tenho e sou hoje devo a ótima formação que tive e aos meus amigos que foram e são meus irmãos até hoje.
Abençoado sejam todos os responsáveis pela fundação e manutenção da ETWB ( ex-ETA) .
Oi pessoal estou procurando meus amigos Claudia Abdala, Roseli Sanches, Pim, Roseli Martim, Nivalda, Selam, Concheta .
So sei sobre a Virginia Marchiori.
Nossa… lembram dos bombons que sumiam após aula de culinária?
Os momentos de vistoria na sala e os nossos pacotes de sem parar escondidos nas cortinas?
Um padre que dava aula para nós e foi preso na época da ditadura ?
A Prof. Maria Luiza é seu é cacaeteeeeeeeeeeeeeee
a Prof Maria de Desenho e seus trabalhos com nanquim.
A Vania mora perto de casa e sempre damos risada. Ninguem acreditava nela mas ela ta supetr bem .
E A Helena e a Silvia duas irmas.?
Nossa que saudade.
Olá Gisele, tudo bem? a maioria destas que você destacou estão no facebook, faça o seu e contato se fará bem rápido. bjs
Ana Maria anamh.antunes@gmail.com – turma1973 ginásio e 1976/1977 técnico
Sou Roseani de Avellar e estudei na ETWB em 1979 a 1986 (fiz Secretariado). Saudades de tudo e de todos. Lembro-me de tantas coisas…. Vou manter contato. Bjs!
E quem nao se lembra do bolinho do bar do mura?Era o melhor bolinho do mundo.
Sou o Daniel Teca ., time sem nome do Prof Osvaldo ..
Abraços
meu mail danisessa@ig.com.br
Olá Daniel. Espero que esteja tudo bem consigo e familiares. Lembranças boas. Apesar de vc não ser de minha turma, era do meu irmão Sapão, s seu irmão Toninho ser da turma de meu outro irmão Martins todos convivíamos o dia inteiro na escola ondes todos se conheciam. Posteriormente ainda íamos nas reuniões em sua casa,lembrança de seu pai. Um grande abraço. Adilson-Sapinho(o verdadeiro, pois depois apareceu outro por semelhança a meu irmão Sapão).
Sou Aguinaldo Zago (burguês rsrsr), da turma de 82, Andréia, Claudinho, Evandro (esquilo) Alexandre (baiano), Ratinho, Loko, Barrela, Cidinha, Moacir, Espinheira….., saudades caso vejam esse recado qualquer um mande notícias!!!
que legalll
DDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDXZCVM,…..VZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZN
[IYTRRRRRRRRRRRRRRRRRRIIIIIIIIRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRFFCXFDRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRFVZDSVBDFXBVGFXBHDFU89GYHDKZYG8IXIHOF7RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRVBCXBHXDBVZHBVHZDSGVZDJVHRSRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRGGFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFHÇÇÇÇÇÇÇÇÇÇÇÇÇÇÇÇFRTYPUÇ~JN;BHGT67PU~J~HÇGT560P´ÇLKIU8E790POÇHLKNBHYUHDFILQEWBGRSYBHUVURIOGJHRGUBVCXDYHJFGTGYITTYI7UYTRTFRYIPOOUY6TGJÕIYGLKUYGFBVNUYTFGVBHYTRFGVBHJUYTGFBHKMJHUBFDKLOFHUVNJDKOFIJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJJGNV,MZSKYDFISMAT9ROAEWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWEGFVYUAESXSNHGIUJDFVNYUDFGTFVDST5UJFA.DGHYESDZXRDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDGFR7YDECFDFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFBYUMHNESCXXEBNHUTRFBNMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMBCDEGGFHRGLKIOTRGYUTRGFUIDTGJFFLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLqwhfnhiurgyheiu4gtwi4D8R9UHJTI09R8YUJ5R-643,3EF-PTRGKTJYDR89FYH4UI6TF8954IOGH895IGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
GGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
GGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
GGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
GGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
GGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGDKJEEDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDPOOIUYTQWERTYUIOPPPPPPPPPÇÇÇÇÇÇÇÇÇQWERTYUIOPÇLKJHGFFDSAAZXCVBNM,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,QWERTYUIOPÇLKJHGFDSAZXCVBNM,TTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTTT